A Sintana apoia o KON-16 à medida que a estratégia de exploração de Angola ganha impulso
Em declarações antes da AOG 2026, Presidente da Sintana Energy, Presidente Bose, afirmou que os recentes progressos reforçaram a confiança da empresa no potencial geológico e comercial do KON-16.
A aquisição sísmica já foi concluída, prevendo-se que os resultados acelerados proporcionem uma maior visibilidade quanto à dimensão e aos contornos das principais áreas de interesse, antes da campanha de perfuração prevista para meados de 2027. Bose acrescentou que a Corcel também tem suscitado um interesse significativo por parte de potenciais parceiros, estando em curso discussões sobre uma possível cessão de direitos de exploração.
«A nossa participação na KON 16 é uma excelente ilustração da nossa estratégia — envolvermo-nos numa fase relativamente precoce, em conjunto com a Corcel, antes de toda a aquisição sísmica estar concluída», afirmou Bose.
A Sintana considera que as áreas de prospecção iniciais têm potencial para conter mais de 300 milhões de barris recuperáveis, caso a exploração confirme as expectativas atuais, oferecendo o que Bose descreveu como um «tesouro offshore a um custo onshore». O acordo inicial entre os parceiros identificou igualmente uma área de prospecção com vários alvos, com recursos estimados sem risco de várias centenas de milhões de barris de petróleo recuperável.
A Sintana entrou em Angola em maio de 2025 através de uma transação que lhe conferiria uma participação líquida indireta de 5% no KON-16. A Corcel opera o bloco, e a transação continua sujeita às condições habituais de conclusão, incluindo aprovações regulatórias.
Na qualidade de Patrocinadores de Elite da AOG 2026, a Sintana e a Corcel irão aproveitar o evento para aprofundar o seu envolvimento com o governo e o setor angolano, ao mesmo tempo que avaliam novas oportunidades no mercado. As empresas estabeleceram ainda uma aliança para explorar em conjunto novas oportunidades no setor do petróleo e do gás em Angola.
«Não há nada que substitua a presença no terreno», afirmou Bose, descrevendo a AOG como uma oportunidade para recolher informações sobre o mercado, reforçar parcerias e identificar áreas onde a Sintana pode expandir a sua presença em Angola.
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